Veja onde descartar todo o seu lixo eletrônico

Quem não precisa jogar fora pilhas, baterias, celulares ou CDs velhos ou danificados? Chamado de lixo eletrônico, ou e-lixo, esse material tem destino certo e não pode ser misturado com os detritos comuns.

Mais de 200 pontos de coleta estão espalhados pela capital. Para encontrar o local mais próximo de sua casa, basta acessar o site http://www.e-lixo.org/, digitar o CEP e o número do imóvel, definir o tipo de e-lixo que se deseja descartar e clicar em “Busca”.

A página –fruto de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado e o Instituto Sergio Motta– tem como base o sistema de dados do “Google Maps” e está no ar oficialmente desde a última terça-feira.

Os postos de coleta cadastrados no site encaminham os equipamentos para empresas especializadas em reciclagem de eletrônicos.

Novos pontos, inclusive fora da capital, também podem ser cadastrados no site, por meio do menu “Participe” ou ainda pelo e-mail info@e-lixo.org.

Após recebimento da mensagem, uma equipe do site entrará em contato para confirmar as informações cadastradas e, assim, divulgar o novo endereço aos usuários do serviço.

Os criadores do portal afirmam que pretendem expandir o serviço para o Estado e, em seguida, para o país.

Conscientização
Nos primeiros dias de funcionamento do e-lixo.org, foram cerca de 1.300 acessos diários. O objetivo desse novo serviço, segundo a coordenadora de projetos do Instituto Sergio Motta, Camila Duprat Martins, é incentivar o descarte correto desse material e diminuir o impacto ambiental.

“Acredito que a população esteja mais consciente, só que ainda é preciso melhorar. Os e-lixos são formados por componentes químicos, por isso, podem trazer risco à saúde se não forem descartados corretamente”, explica.

Quando os lixos eletrônicos não têm a destinação adequada, vão parar em aterros comuns e podem contaminar o solo e as águas.

Caso a água venha a ser utilizada na irrigação, criação de gado ou mesmo no abastecimento público, o ser humano pode ser afetado.

Altamente tóxicos, alguns elementos como níquel e cádmio podem provocar doenças como o câncer. Já o mercúrio, presente nas lâmpadas fluorescentes, causa lesões no cérebro.

FONTE:  Vanessa Fajardo do Agora – http://www.agora.uol.com.br/dicas/ult10107u703340.shtml

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Comentários

  • hivempauta  On 23/03/2010 at 13:28

    Gostei…
    Que bom seria se programas como esse já existisse há alguns anos. Quanta coisa já poderíamos ter feito pelo planeta..
    Mas como vivemos o presente e planejamos o futuro é a hora certa para fazer a coisa certa…

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